Nova variante da Covid, boas e más notícias

O mundo está sendo atingido pelo tsunami da ômicron. Cientistas, políticos e, na verdade, todos nós estamos lutando para descobrir o que isso significa para nossas vidas.
As restrições estão aumentando em vários países para lidar com a nova variante do novo coronavírus.
Há um fluxo constante de novas informações – alguns preocupantes, outras positivas.
A ômicron é menos perigosa
Se você pegar a ômicron, é menos provável que adoeça gravemente do que com as variantes anteriores.
Estudos em todo o mundo estão pintando um quadro consistente de que a ômicron é menos agressiva do que a variante delta, com uma chance até 70% menor de pessoas infectadas acabarem no hospital.
Mas a ômicron está se espalhando muito rápido
A menor gravidade da nova variante é apenas metade da equação, porque mesmo que as chances de alguém ir parar no hospital seja menor, se muitas pessoas se infectarem, os dois efeitos se cancelam, e voltamos à estaca zero.
E o verdadeiro talento da ômicron é infectar pessoas. Ela se espalha mais rápido do que outras variantes e pode contornar parte da proteção imunológica de vacinas e infecções anteriores.
Não temos certeza do que acontecerá quando a ômicron atingir os idosos
A idade avançada sempre foi o maior fator de risco para adoecer gravemente de Covid.
No Reino Unido, a maioria dos casos de ômicron são de pessoas com menos de 40 anos de idade, então não sabemos ao certo o que acontecerá quando ela atingir populações idosas e vulneráveis.
A capacidade da ômicron de burlar parcialmente a imunidade significa que há potencial para que mais pessoas idosas sejam infectadas do que durante a onda da variante delta.



